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Na vaca todo mundo confia

#leitematerno #amamentacao #maternidadeafetiva #vocepodeamamentar


Hoje me deparei com uma frase que realmente mexeu comigo! “Da vaca ninguém duvida!”

Posso atestar que grande parte do meu trabalho junto às famílias e mamãe que amamenta é trazer informações que a leve a entender que SIM ela é capaz de amamentar o seu bebê! Promover a confiança em si mesma, e na dupla maravilhosa que se forma quando se leva o bebê ao seio; não é assim tão simples! Com empatia, acolhimento e apoio, na dose que for necessária, a transformação acontece! E isso, amores, não tem preço. Quando a família abraça a causa então, que maravilha!!!!


Nem sempre é fácil e ninguém disse que seria, mas SIM você consegue! Muito mais do que nutrir, amamentar é amar! Leva a gente a se reconhecer nas próprias limitações e superações. Olho no olho, pele a pele. Bebê plugado na mamãe! Conexão perfeita! Conexão que não deve ser desfeita por pressão ou opinião de ninguém. O desmame deve acontecer na hora certa, no melhor momento para a mamãe e para o bebê, decidido pela mamãe e mais ninguém. Mas isso é papo para outra conversa...


O que tenho a dizer é que vivemos as consequências de gerações que cresceram alimentados por fórmulas lácteas e papinhas prontas. Empurradas goela abaixo por uma estratégia de marketing espantosa que ainda hoje, leva muitas pessoas a duvidar do poder da mulher que amamenta.


A história do aleitamento artificial e o modo como ele se tornou a tábua de salvação para algumas (muitas) famílias em nada tem a ver com afetos e sim com poderes e dinheiro. Em nada se assemelha ao ato gratuito e amoroso de amamentar. Vamos a verdade dos fatos:

O leite artificial foi constituído no século XIX, a princípio para crianças institucionalizadas. A revolução tecnológica e de comportamentos fez com essas fórmulas passassem a ser disponibilizadas às famílias como alimento confiável aos seus bebês, passando a ser produzido e comercializado em larga escala.


Mudanças nas relações de trabalho impulsionaram as mulheres a permanecer cada vez mais tempo longe dos seus filhos. Historicamente contamos com eventos como as Guerras Mundiais, por exemplo, que fizeram com que as mulheres fossem à luta em busca do sustento das suas famílias. Estava formada a solução para as mulheres que precisavam trabalhar. Com uma estratégia de marketing esmagadora de uma indústria milionária, as pessoas realmente acreditavam que a alimentação artificial era o que havia de mais moderno e completo para o seu bebê. Vale observar que preocupados e um tanto incomodados com a forma indiscriminada em que crescia a indústria das fórmulas infantis, pediatras reivindicaram a implementação de regras para o uso desses produtos. Era deles o direito de dizer como e o quanto os bebês deveriam ser alimentados. E essa é uma aliança que perdura até hoje entre quem produz e quem prescreve esses produtos.


O caso é que a substituição do leite materno e o descrédito da sua completude nutricional, imunológica e mesmo afetiva, foi crescente. Da mesma forma tornou-se gradativamente duvidosa a capacidade das mulheres de amamentar os seus bebês exclusivamente com leite materno. Somado a isto, teorias e manuais de como criar e educar crianças foram escritas, com as suas ‘grandes verdades’ que diziam: Mais regras e menos afeto! A essa altura era determinado para as mulheres não só a maneira adequada de alimentar seus filhos como o jeito de exercer sua maternidade (Sem falar na forma de parir e de nascer que também é assunto para outro momento!) Mães e educadores foram estimuladas a desconsiderar as necessidades individuais de cada criança em prol de um comportamento padrão. O aleitamento materno virou exceção!!! O que nos leva a compreender como tornou-se tão natural para nós aceitarmos o uso de fórmulas infantis como regra.


Hoje sabemos que ignorar o choro ou as necessidades do bebê é extremamente nocivo ao seu desenvolvimento saudável. Quando escolhemos amamentar em livre demanda e vivemos a maternidade afetiva dizemos aos nossos bebês que estamos atentos a eles e assim podem crescer livres e se desenvolver plenamente.

Por isso volto a dizer:


Mamães, SIM, vocês são capazes de amamentar os seus bebês de maneira única, exclusiva às necessidades deles !!! Seus seios são fabricas de um alimento completo e de amor!!!! Confiem em si mesmas, por que da vaca ninguém duvida!!!

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